Bolsonaro ameaça processar o ator José de Abreu

27/04/2016

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) ameaçou nesta quarta-feira, 6, processar o ator José de Abreu, que desde a semana passada tem se definido como “o autoproclamado presidente do Brasil”, em uma reação à decisão do governo brasileiro de reconhecer a legitimidade de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, depois que este se declarou substituto do ditador do país, Nicolás Maduro.

Pelo Twitter, Abreu, que mora na Grécia, convocou seus “apoiadores” para recebê-lo na próxima sexta-feira, dia 8, no Aeroporto do Galeão. “Seu meteoro chegou. Sou eu, seu fascista”, escreveu o ator ao presidente na rede social. Em resposta, Bolsonaro ameaçou ir à Justiça: “Estamos processando alguns e este ‘meteoro’ será o próximo”.

Em réplica, José de Abreu ironizou e disse que ele que vai processar o atual presidente “por existir”. O ator ainda debochou de Bolsonaro pela postagem em que questionou o que é o “golden shower”, prática sexual que consiste em urinar no parceiro, exibida em um registro de um vídeo compartilhado pelo presidente, supostamente de um bloco carnavalesco. “#presidenteGoldenShower”, escreveu.

A movimentação do ator para ironizar a relação de Bolsonaro e Guaidó e confrontar o atual presidente provocou apoios da oposição ao governo, sobretudo da esquerda. José de Abreu já foi “reconhecido como presidente” pelos ex-mandatários Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, ambos do PT, e já recebeu a deputada Maria do Rosário (PT-RS), que se autoproclamou a vice de seu governo.

Fonte: Veja.com.br

Marquezine deixa Sapucaí aos prantos após ver Neymar e Anitta juntos

27/04/2016

Bruna Marquezine não teria reagido nada bem aos rumores de que Neymar Jr. e Anitta teriam ficado em um camarote, na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, na última segunda-feira (4). A atriz teria ido embora do local aos prantos após ver os dois juntos.

Segundo o colunista Leo Dias, a morena teria virado a cara para o ex-namorado ao vê-lo chegar no Nosso Camarote. Entretanto, os ‘parças’ do jogador teriam impedido o amigo de ver a cena.

Quando começou a chorar, a famosa teria sido levada para o backstage da festa. Lá, Bruna ficou em uma salinha reservada até que resolveu ir embora aos prantos.

Já Anitta e Neymar seguiram a noite curtindo juntos o show de Ludmilla com direito a conversa ao pé do ouvido e mão do atacante no cangote da cantora.

Vale lembrar que apesar dos boatos, craque e a funkeira negaram que tenham ficado. Inclusive, Gabriel Medina, que estava com os dois, foi para casa da Poderosa depois da festa.

Fonte: Famosidades

Tuíte de Bolsonaro gera críticas até de apoiadores

27/04/2016

O presidente Jair Bolsonaro ouviu nesta quarta-feira, 6, de auxiliares próximos a avaliação de que a postagem em sua conta no Twitter de um vídeo no qual dois homens aparecem em atos obscenos no carnaval foi considerada “inapropriada” e “chocante”. A repercussão causou desconforto no núcleo central do governo. A polêmica publicação do presidente gerou críticas entre seus opositores e mesmo entre os apoiadores nas redes sociais. O Palácio do Planalto precisou divulgar uma nota no início da noite para explicar a atitude de Bolsonaro.

Uma pesquisa de monitoramento diário das mídias sociais encomendada pela Secretaria de Comunicação (Secom) e apresentada a Bolsonaro indicou que, no início da tarde, 69% das mensagens sobre o episódio eram negativas. Na avaliação de ministros e auxiliares ouvidos pelo Estado, as imagens provocaram uma reação “virulenta” especialmente do “público interno”, como são classificados os seguidores do presidente nas redes sociais. Diversas publicações estrangeiras repercutiram o tuíte do presidente.

Em pouco mais de dois meses de governo, Bolsonaro tem utilizado o Twitter como principal meio de comunicação com a população. Na plataforma, porém, o presidente fez poucas menções a assuntos classificados como prioridade de sua gestão. A reforma da Previdência foi tema de apenas cinco mensagens desde o início do ano, – o equivalente a menos de 1% das postagens na rede social.

A maior parcela de comentários são textos com teor ideológico em que o presidente critica o globalismo, a suposta partidarização da educação e ações dos governos petistas e da esquerda. O pacote anticrime foi tratado em duas mensagens, e a reforma tributária, em apenas uma.

Durante o carnaval, Bolsonaro fez 29 postagens no Twitter. Nesta terça-feira, 5, ele publicou o vídeo polêmico – dois foliões de um bloco em São Paulo praticam o fetiche chamado “golden shower” (“chuva dourada”, que envolve o ato de urinar no parceiro ou na parceira). “Temos que expor a verdade para a população ter conhecimento e sempre tomar suas prioridades”, escreveu. “É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro.” Nesta quarta-feira, Bolsonaro voltou ao tema, ao perguntar qual era o significado de “golden shower”.

Na nota divulgada nesta quarta-feira, o Planalto afirma que as cenas do vídeo escandalizaram não só o presidente, mas grande parte da sociedade. “É um crime, tipificado na legislação brasileira, que violenta os valores familiares e as tradições culturais do carnaval”, destacou. “Não houve intenção de criticar o carnaval de forma genérica, mas, sim, caracterizar uma distorção clara do espírito momesco.”

No Palácio, no entanto, o episódio foi considerado um “constrangimento imensurável”, conforme um dos militares do governo. O próprio presidente se impressionou com a reação negativa. O clima de desconforto só foi atenuado no fim do dia, quando nova parcial de análise mostrou que o porcentual crítico ao tuíte caiu para menos da metade.

Entre assessores, contudo, a expectativa é de que a insatisfação e crítica dos próprios apoiadores de Bolsonaro levem o presidente e seus filhos a “caírem na real” sobre os perigos de postagens “inconsequentes”.

Analistas de diferentes áreas ouvidos pelo Estado afirmaram que a conduta constitui “quebra de decoro social” porque “não corresponde à liturgia do cargo” e pode ter reflexos na imagem do País no exterior e na aprovação das reformas para que a economia volte a crescer.

O professor de Relações Internacionais da FGV Oliver Stuenkel relatou que a divulgação do vídeo causou “perplexidade” em diplomatas e investidores internacionais e que a mensagem foi interpretada como “sinal de que o governo está com problemas”. “A percepção foi de que isso faz parte da estratégia do governo em função da dificuldade que ele está tendo em relação aos projetos relevantes, como a reforma da Previdência e o projeto anticrime.”

Para o chefe do Centro de Crescimento Econômico do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV), Samuel Pessôa, a postagem é “mais um episódio na série de trapalhadas do governo” que podem “dificultar” a aprovação de reformas necessárias para a retomada da economia brasileira.

O professor de comunicação digital da Escola de Comunicação e Artes da USP Luli Radfahrer apontou uma “desmontagem do ritual do cargo”. “Ele não fala ali no Twitter da Previdência, que é a bandeira maior que ele tem, o seu grande trunfo. Tem também o exemplo da reunião dos ministros em que ele estava com chinelo e camiseta pirata de time de futebol.”

Temas

O Estado contabilizou 515 mensagens publicadas pelo presidente desde 1.º de janeiro. O principal conteúdo é o de agradecimento e saudação a aliados (95 tuítes). Depois, vêm textos com teor ideológico em que o presidente critica o globalismo, a suposta partidarização da educação e ações dos governos petistas e da esquerda. São 51 mensagens com esse tom.

Textos sobre relações internacionais, com críticas a Cuba e Venezuela, e sua passagem pelo Fórum Econômico de Davos são o terceiro tipo de publicação mais comum: somam 43. Ações e projetos para melhorar a infraestrutura do País foram tema de 41 mensagens. Pelo menos 31 tuítes foram críticas à imprensa.

A modificação no sistema de aposentadorias, no entanto, ficou de fora do canal durante todo o mês de janeiro. Em 20 de fevereiro, dia do anúncio da nova Previdência, surgiu a primeira mensagem sobre o tema, com uma entrevista do ministro da Economia, Paulo Guedes. No mesmo dia, o presidente republicou texto dizendo que a reforma acaba com a “aposentadoria especial” de políticos.

Divisão do setor de comunicação preocupa equipe

A divisão do setor de comunicação preocupa a equipe de governo. A área é dividida em três grupos: o do porta-voz, general Otávio do Rêgo Barros; o de amigos de Carlos Bolsonaro (de onde partiria a maioria dos ataques na internet); e o da Secretaria de Comunicação, vinculada ao ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz.

Na avaliação de interlocutores de Jair Bolsonaro, o momento não é de abrir flancos com polêmicas “sem sentido”, quando o governo enfrenta um tema “muito sério”, que é a reforma da Previdência. O Planalto estuda, agora, se renova os contratos das agências Isobar e TV1, que cuidam das mídias digitais do governo. Nesta quarta-feira, foi o último dia de contrato das duas, que, juntas, recebem R$ 45 milhões por ano.

Estadão

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